Louis Armstrong-What a wonderful world

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                                                                                                                                                                          28/04/06
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Que mundo maravilhoso este em que vivemos... Não é mesmo ?

É o que retrata muito bem a música que você está escutando.

 

 I see trees of green, red roses too
Eu vejo o verde das árvores, rosas vermelhas também

I see them bloom for me and you
Eu vejo florescer para nós dois

And I think to myself what a wonderful world
E eu penso comigo... que mundo maravilhoso

I see skies of blue and clouds of white
Eu vejo o azul dos céus e o branco das nuvens

The bright blessed day, the dark sacred night
O brilho do dia abençoado, a sagrada noite escura

And I think to myself what a wonderful world
E eu penso comigo... que mundo maravilhoso

The colors of the rainbow so pretty in the sky
As cores do arco-íris, tão bonitas nos céus

Are also on the faces of people going by
E estão também nos rostos das pessoas que passam

I see friends shaking hands saying how do you do
Vejo amigos apertando as mãos, dizendo: "Como você vai?"

They're really saying I love You
Eles realmente dizem: "Eu te amo !"

I hear babies cry, I watch then grow
Eu ouço bebês chorando, eu os vejo crescer

They'll learn much more than I'll never know
Eles aprenderão muito mais que eu jamais saberei

And I think to myself what a wonderful world
E eu penso comigo... que mundo maravilhoso

Yes I think to myself what a wonderful world
Sim, eu penso comigo... que mundo maravilhoso

 

Aqui você irá conhecer um pouco mais do nosso Planeta Terra...

Veja fotos dos mais variados lugares pelo mundo no link a seguir:

Viagens e Imagens

 

Imagens do Rio de Janeiro no ano de 1900

                   

                   

                   

               

Veja as fotos em slideshow

Rio de Janeiro assim... Nunca mais !

 

Mais algumas fotos fantásticas...

         

          

         

         

         

     

 

Veja as fotos em slideshow

 

As melhores fotos do ano de 2003

5º Lugar

4º lugar

3º lugar

2º lugar

1º lugar

            Arte na areia

  

Disneyland Resort in Anaheim, California

Foto aérea da Disneyland (Visão aérea) tirada em 2003

Resolução de 40MPixel (tamanho 10MB)

Visualização indicada com conexão Banda Larga

POLINÉSIA FRANCESA

         

           

    

Geografia

 Taiti e suas ilhas, territórios de ultramar franceses, se situam a 17.100 km da metrópole. Elas se estendem por um território de 4 milhões de km2 - superfície equivalente a da Europa. A Polinésia Francesa é repartida em 5 arquipélagos - Sociedade, Tuamotu, Gambier, Marquesas e Austrais, compostos de 118 ilhas disseminadas. A ilha do Taiti, no Arquipélago da Sociedade, se encontra a 17º 32 de latitude sul e 149º34 de longitude oeste. Situada entre a Califórnia (6.520,00 km) e a Austrália (5.390,00 km), ela está a 9.500 km de Tóquio e 8.000 km de Santiago do Chile. Todas as ilhas são de origem vulcânica ou coralínea. Taiti é a maior e principal ilha com 2.042 km2, e seus pontos culminantes se encontram a mais de 2.200 metros de altitude. Nem todas as ilhas são montanhosas e de vegetação luxuriante como Taiti, Moorea, Huahine e Bora Bora. Os atóis estão ao nível do mar e são praticamente grandes faixas de areia no meio do oceano, sendo Rangiroa seu exemplo mais famoso. Boa parte das ilhas é cercada por uma barreira de coral, formando uma lagoa entre a ilha e o oceano. É exatamente nessas águas tranquilas e multi-colores que se encontra a maior atração dessas ilhas dos mares do sul. Passeios de barco pelas lagunas são "obrigatórios" para se poder apreciar todo o esplendor dessas águas paradisíacas e realizar atividades de snorkel, mergulho, alimentação de tubarões, pin nic nas ilhotas (motu), etc...

 

 

População

Taiti e suas ilhas contam com 250.000 habitantes, numa mistura de polinésios (75%), chineses (10%) e europeus (15%). Aproximadamente, 86% da população reside no Arquipélago da Sociedade, sobretudo na ilha do Taiti. Os arquipélagos de Tuamotu e Gambier agrupam 7% dos insulares e as Marquesas 4%. Enfim, 3% da população reside nas ilhas Austrais. Por volta de 40 ilhas permanecem desabitadas.

 

Clima e temporadas

Tropical refrescado pelos ventos alísios. Dezembro a março registra o período de maior calor (média de 26ºC) e precipitações. Em janeiro, as chuvas podem ser mais longas, mas de março até novembro ocorrem apenas chuvas esparsas e de curta duração, e o sol volta a brilhar rapidamente.

 

Cultura polinésica

A riqueza do patrimônio cultural ma'ohi constitui por si só uma razão maior para se empreender uma viagem às ilhas polinésicas. Arqueólogos confirmam que a história dessas ilhas volta uns 2000 anos no tempo. Excelentes navegadores, com suas enormes canoas duplas foram capazes de ocupar e colonizar uma extensa área do Pacífico, como Havaí, Nova Zelândia e Ilha de Pascoa. A história desse povo original se "lê" através de numerosos sítios arqueológicos espalhados pelas ilhas. Os marae, lugares de culto a céu aberto, onde se desenvolviam festas e manifestações religiosas, têm sido restaurados afim de melhor compreender a evolução do povo ma'ohi. Um grande número de objetos tradicionais, são ainda hoje em dia, fabricados de acordo com princípios seculares nos centros artesanais.

 

Religião

Nas ilhas, principalmente no Taiti, uma grande maioria da população é extremamente praticante. Desde 1797, quando chegaram os primeiros missionários protestantes, o fervor religioso não cessou de crescer. Católicos, mormons, adventistas, chegaram no decorrer do século XIX. Atualmente, cerca de 95% da população segue a religião cristã.

 

Língua

O francês é a língua oficial e corrente, mas a maior parte dos polinésios conversam entre si em ma'ohi. O inglês é utilizado nos hotéis e centros turísticos.

 

O que vestir

A descontração e a informalidade são as normas do cotidiano nas ilhas. Roupas leves e simples são recomendadas paras as noites e bermudas, shorts e sandálias para passar o dia. Evidentemente, os trajes de banho são indispensáveis! Não se necessitará jamais de gravata ou trajes formais. Quando se exige "roupa correta", significa não andar sem camisa, em traje de banho, descalço ou de short. É recomendável ter sempre a mão: chapéu, protetor solar e óculos escuros. Para os que pretendem passear pelos corais, é prudente levar sandálias plásticas para proteger os pés.

 

Os produtos típicos

Numerosas "fazendas de pérolas" cultivam hoje em dia a ostra pinctada margaritifera, a única variedade no mundo a produzir naturalmente uma pérola de cor negra.

Além das pérolas, boas opções são o artesanato talhado em pedra ou madeira, objetos montados com conchas e pareôs. Os bronzeadores locais (monoi) são também artigos bem procurados, assim como a baunilha.

 

Restaurantes

São inumeráveis e de excelente nível no Tahiti, sendo mais escassos no restante das ilhas.    Pratos com frutos do mar e peixes são obrigatórios e o "must" é o escabeche de atum fresco no molho de côco.

 

Informações gerais

O fuso horário em relação a Polinésia é de 7 horas no inverno é de 8 horas no verão. Nas ilhas, o sol nasce cedo e se põe cedo. A melhor opção aérea desde a América do Sul é com a Lan Chile que dispõe de dois vôos semanais Santiago-Papeete-Santiago com escala na Ilha de Pascoa (aproximadamente 12 horas de vôo). Para brasileiros é necessário visto para a Polinésia - informações nos consulados franceses. Para os que pretendem alugar carro nas ilhas, a carteira de habilitação brasileira é valida, mas a pessoa tem que ter mais de 21 anos e possuir cartão de crédito internacional. Gorjeta não é habitual. As ilhas possuem supermercados, correios, telefones públicos e outros serviços básicos nos seus centros administrativos.

Alguns conselhos: caso seja fumante, leve um bom estoque de cigarros; evite os táxis que são muito caros (utilize os "Le Truck"); cuidado com cortes no coral que além de dolorosos, se infectam muito rápido; faça sua reserva com bastante antecedência e prepare-se para viajar num dos lugares mais caros do mundo.

ILHAS DA SOCIEDADE

Taiti

Conhecida como a "Ilha do Amor", Taiti é a maior ilha da Polinésia Francesa. Seus 1.042 km2 são constituídos de altas montanhas, vales profundos, densas florestas, rios e cascatas. Apesar de ser a ilha mais famosa do Pacífico, ironicamente o Taiti não foi uma ilha importante no período pré-europeu (época das grandes navegações polinésicas). Tampouco suas praias são muito apreciadas, já que são em grande parte de areia escura.

A ilha é dividida em duas partes :

Tahiti Nui (grande), é a porção maior e mais desenvolvida em termos de infra-estrutura turística. Os principais pontos de interesse são o Cabo Vênus, cascatas de Faarumai e Vaiharuru, Museu Gauguin, Jardim Botânico, "Lagoonarium" e a Gruta Maraa.

Tahiti Iti (pequena), é um istmo na ponta sul da ilha que apresenta uma paisagem mais "selvagem". Aí se encontra o plateau de Taravao com uma vista privilegiada da ilha.

Papeete é a capital de toda a Polinésia Francesa e a única cidade de fato de todo o território. É sede da administração francesa e aonde se concentram os serviços mais importantes, assim como o aeroporto internacional - ponto de chegada e saída da maioria dos visitantes ao arquipélago. Numerosas atividades podem ser feitas no Taiti: excursões de 4 x 4 ao interior da ilha, caminhadas, passeios a cavalo, esportes náuticos, pesca , mergulho, etc...

Excursões sugeridas: circuito ao redor da ilha, passeio em 4 x 4 ao interior da ilha, Monte Marau e cascatas, vôos de helicóptero, passeios em lanchas com fundo de cristal, cruzeiro com os golfinhos, cruzeiro do por do sol, Moorea pelo dia, Tetiaroa pelo dia.

 

Moorea

 

 

A apenas 17 km do Taiti, Moorea é uma das mais bonitas ilhas da Polinésia e o 2º maior destino turístico, após o Taiti. Conta com altos e escarpados picos vulcânicos, verdes florestas tropicais, belas baías, praias de areia branca e águas coloridas. A ilha é um esplêndido jardim botânico que merece ser explorado no seu interior. As plantações de abacaxi superaram as de baunilha como atividade agrícola principal. Vista de cima, Moorea apresenta um formato triangular cercada por uma laguna brilhante azul e verde. Suas principais atrações são a Baía Cook, Baía Opunohu, "Belvedere" (ponto panorâmico), a vila de Tiki (festas, casamentos, festivais,etc...) e as praias de Temae e Tiahura.

Excursões sugeridas: circuito ao redor da ilha, show em Tiki, interior da ilha em 4 x 4, tour em canoa, tour em lancha de fundo de cristal, passeio no mini-submarino Vaimana, mergulho nos corais com pic nic num motu, vôo de helicóptero, cruzeiro do por do sol.

 

Tetiaroa

 

A 42 km do Taiti, essas 12 ilhotas desabitadas - exceto aquela onde se levanta o pequeno e rústico hotel construído com troncos de palmeiras, são mais conhecidas como a "Ilha do Marlon Brando". São um verdadeiro santuário natural, com peixes multicolores, corais, caranguejos e milhares de aves marinhas. Em seu ambiente remoto e silencioso, Tetiaroa brinda o visitante com praias coralíneas, águas de incrível luminosidade e contato pleno com a natureza. Habitualmente, a área é visitada em excursões de dia completo a partir de Papeete, sendo possível tanto por avião como por barco.

 

 

Huahine

 

A 175 km, a noroeste do Taiti, é visível desde Raiatea, Tahaa e Bora Bora. Ela é composta de duas ilhas, Huahine Nui (ilha grande) e Huahine Iti (ilha pequena), ligadas por uma ponte e protegidas por uma barreira de coral. O ritmo de vida é bem tranquilo e pouco sofreu com o boom turístico das últimas décadas. O relevo é acidentado e inúmeras baías apresentam lindas vistas. Nos motus, encrustrados na laguna interior, são cultivados melões e melancias. Uma estrada de 32 km faz o tour das duas ilhas atravessando pequenos vilarejos aonde vivem seus moradores em casas modestas e coloridas. A vila de Maeva, a beira da Lagoa Fauna Nui, é rica em vestígios arqueológicos. É digno de nota que Huahine apresenta o melhor surf da Polinésia Francesa. Seus principais pontos de interesse são: Lago Fauna Nui (sítios arqueológicos), Matairea (sítio arqueológico), Faié (mirante), Baía de Maroe (separa as duas ilhas), Península Fitii (vistas bonitas), Baía Avea, as praias de Parea e nas proximidades do Hotel Sofitel.

Excursões sugeridas: circuito ao redor da ilha, interior da ilha em 4 x 4, tour em canoa, tour em lancha de fundo de cristal, mergulho nos corais com pic nic num motu, vôo de helicóptero, cruzeiro do por do sol, tour botânico, excursão a cavalo.

 

Raiatea

 

É a 2ª maior ilha do arquipélago e fica a 192 km a noroeste de Papeete. Talvez por não ter praias, a ilha não apresenta um grande fluxo de turistas. Por outro lado, seu charme foi pouco afetado pela modernidade .

Raiatea não tem praias, mas tem uma paisagem deslumbrante de picos, selvas e cascatas, assim como excelentes condições para o mergulho e abrigo para barcos a vela. É também a ilha sagrada dos antigos polinésios e por isso rica em História e vestígios arqueológicos. Foi o trampolim para as grandes navegações oceânicas realizadas por este povo corajoso e empreendedor. Seus principais pontos de interesse são: Monte Tapioi (vista panorâmica), Vale de Hamoa (tartarugas gravadas em rochas), rio Faaroa (o único rio navegável da Polinésia Francesa), Marae Taputapuatea (mais antigo e maior templo da Polinésia Oriental), distrito de Apooiti (aonde ainda se celebra o ritual de caminhar sobre brasas) e o animado Mercado de Uturoa.

Excursões sugeridas: circuito ao redor da ilha, interior da ilha em 4 x 4, tour em canoa, tour em lancha de fundo de cristal, excursão a cavalo, Marae Taputapuatea, circuito por mar incluindo Tahaa e caminhadas guiadas aos Montes Tapioi e Temehani.

 

Tahaa

 

Compartilha a mesma laguna que Raiatea e dista apenas 4 km de Uturoa - principal centro de Raiatea e de onde partem os barcos de ligação entre as duas ilhas. Ainda mais tranquila e pacata que sua vizinha sagrada, Tahaa não tem aeroporto nem grandes hotéis e para quem busca uma ilha fora do circuito turístico, ela é a mais forte candidata. Tahaa, também conhecida como a "Ilha Baunilha", possui agradáveis motus para pic nics e soberbos jardins de coral, próprios para o snorkel e mergulho livre. Seus principais pontos de interesse são: Baía Haamene, Baía Apue o Monte Ohiri.

 

Bora Bora

Veja em apresentação do Powerpoint, belíssimas fotos da ilha de  Bora Bora

Bora Bora island

   

   

É a ilha mais célebre da Polinésia Francesa. Se destaca pela harmonia da paisagem e a impressionante luminosidade e colorido de suas águas. Sua pequena superfície sintetiza todos os atrativos naturais da Polinésia: um maciço vulcânico acidentado, uma barreira de arrecifes que se levanta mar afora, salpicada de idílicas ilhotas e uma laguna interior que brilha com todas as tonalidades imagináveis de verde e azul! Junte-se a isso, uma excelente estrutura hoteleira e serviços turísticos e ... "voilá"  Bora Bora !

O único passo navegável entre o mar aberto e a laguna interior, fica em frente ao principal centro da ilha - Vaitapé. Uma estrada de 29 km circunda a ilha e atravessa animados vilarejos, sítios arqueológicos e vestígios da ocupação americana durante a 2ª Guerra Mundial. A praia de Matira é famosa por sua areia branca e águas mornas. A Laguna de Bora Bora, reputada no mundo inteiro por sua beleza, oferece condições ideais aos amantes dos esportes náuticos. O interior montanhoso pode ser explorado em 4 x 4 ou a cavalo.

Excursões sugeridas: circuito ao redor da ilha, interior da ilha em 4 x 4, tour em canoa, tour em lancha de fundo de cristal, mergulho nos corais com alimentação de tubarões e arraias com pic nic num motu, vôo de helicóptero, cruzeiro do por do sol, subida ao Monte Pahia, excursão em jet ski e passeios de veleiro.

 

Maupiti

Maupiti é a jóia escondida do colar de esmeraldas que formam o Arquipélago da Sociedade. Mesmo situada a apenas 40 km a oeste de Bora Bora, soube se manter fora do turismo de massa e só apresenta pequenos hotéis que oferecem paz e serenidade. Pode-se em menos de 3 horas percorrer a pé os 9,6 km de caminhos que cortam a ilha principal, ou descobrir em bicicleta os petrogliflos de tartarugas, os marae da familia real e outros sítios arqueológicos. Outras atividades propostas são mergulho, snorkel, canoagem, pesca e pic nics sobre os motus.

 

ILHAS TUAMOTU

Rangiroa

 

 

Com sua laguna azul turquesa de 70 km por 26 km, Rangiroa é o maior atol do arquipélago de Tuamotu. Tem uma forma ovalada e é formada por cerca de 200 ilhotas que se sucedem uma atrás da outra formando um enorme anel, que apenas emerge sobre a superfície do mar.  Situada a 1 hora de vôo do Taiti, Rangiroa oferece sol, praias de areia branca e uma imensa área para atividades náuticas. As excursões na laguna compreendem mergulhos no meio de centenas de peixes e tubarões, pesca, passeios de barco aos vilarejos de Avatoru e de Tiputa, assim como diferentes motus, principalmente o santuário de pássaros Pai'o ou o "lago azul" de Tae'oo.

 

Manihi

 

Distante uns 520 km do Tahiti, tem características semelhantes a Rangiroa, porém de tamanho mais reduzido; isto lhe confere um ambiente mais íntimo e remoto. Turipaoa é a aldeia mais importante e a pequena população vive basicamente do cultivo de pérolas. Quase todo o transporte na ilha se faz por botes e as condições para mergulho e snorkel são fantásticas.

 

ILHAS MARQUESAS

O arquipélago mais remoto da Polinésia Francesa. É constituído de impressionantes ilhas vulcânicas, picos escarpados, cascatas e praias de areia negra. As Marquesas oferecem um tipo de turismo diferente somado a uma grande riqueza arqueológica e artesanal.

Nuku Hiva

 

Segunda maior ilha da Polinésia, depois do Taiti. Possui lindas paisagens de chapadas, montanhas e vales. "Terre déserte", é um setor desabitado e árido da ilha, com inúmeras manadas de cavalos e cabras selvagens, possui belas vistas do mar, a cascata Vaikave e o canyon Tepueahu. Taiohae é a aldeia principal, contem: restos arqueológicos, centro de mergulho, exótica catedral e praia. Hakaui é um vale profundo com a terceira cascata mais alta do mundo (350 metros). Taipivai é um vale fértil com numerosas cascatas e interessantes sítios arqueológicos  ("tikis" de pedra). Hatiheu, bonita baía com petroglifos e restos arqueológicos. Anaho é uma praia de areia branca com abruptas montanhas caindo no mar.

 

Hiva Oa

 

Ilha mais conhecida das Marquesas, por que aí viveram Paul Gauguin e Jacques Brel. Possui paisagem agreste, aonde o cavalo é o principal meio de transporte. Atuona é a principal aldeia, com a tumba de Gauguin e o museu em sua memória. Tahauku, vale próximo a Atuona, com petrogliflos e antiga fortaleza de pedras. Taoaoa, é o maior sítio arqueológico da Polinésia, com mais de mil "paepae". Puamau, vale com os maiores "tiki" (estátuas de pedra) da região.

 

   

Paulo Eugéne Henry Gauguin
1848-1903
.

 
 


gauguin01.jpg (23966 bytes)
Duas mulheres (1901 - Óleo sobre tela - 73 x 92 cm)


Com uma explosão de cores chapadas sobre um desenho sintético e de traços vigorosos, a pintura pós-impressionista de Gauguin exerceu grande influência na evolução da arte moderna.
 

     Eugène-Henri-Paul Gauguin nasceu em Paris, em 7 de junho de 1848. Após a chegada de Napoleão III ao poder, sua família emigrou para Lima, Peru.

      De volta à França, Gauguin estudou em Orléans e, aos 17 anos, ingressou na marinha mercante e correu mundo. Trabalhou em seguida numa corretora de valores parisiense e, em 1873, casou-se com a dinamarquesa Mette Sophie Gad, com quem teve cinco filhos.

     Interessado pela pintura, Gauguin tomou aulas e passou a pintar nas horas livres. Incorporou-se ao movimento impressionista francês por meio de Camille Pissarro e Paul Cézanne e expôs pela primeira vez em 1876. Seus companheiros animaram-no a entregar-se cada vez mais à pintura, até que em 1883 decidiu dedicar-se inteiramente à arte, após a quebra da Bolsa de Paris.

     Sem emprego e ainda sem vender seu trabalho, Gauguin atravessou desde então uma contínua sucessão de dificuldades econômicas, problemas conjugais, privações e doenças.

     Após uma temporada com a família da mulher em Copenhague, que acabaria por conduzir ao rompimento do casamento, estabeleceu-se em Pont-Aven, Bretanha, onde sua arte amadureceu. Posteriormente, conviveu no sul da França com Vincent van Gogh.

     Uma viagem à Martinica, em 1887, levou Gauguin a renegar o impressionismo e a empreender o "retorno ao princípio", ou seja, à arte primitiva. A exaltação da cor, as formas sintetizadas e os valores simbolistas e decorativos já estão presentes nas obras dessa fase, como "A visão após o sermão" e "O Cristo amarelo".

     Em busca da arte e da vida primitivas, o pintor foi em 1891 para o Taiti, onde, além de abundante produção escultórica e um livro, Noa noa, de anotações sobre o povo maori, pintou cerca de uma centena de quadros sobre tipos indígenas, como "Vahiné no te tiare" ("A moça com a flor") e "Mulheres de Taiti".

     Em 1893 voltou a Paris para expor suas obras e, após uma temporada na Bretanha, fixou-se novamente no Taiti. Nessa segunda fase taitiana criou algumas de suas obras mais importantes, como "De onde viemos? O que somos? Para onde vamos?", uma tela enorme que sintetiza toda sua pintura, realizada antes de uma tentativa de suicídio.

     Sempre em busca de um paraíso, Gauguin se transferiu, em setembro de 1901, para a ilha Hiva Oa (uma das Marquesas), onde morreu em 8 de maio de 1903.

 

 

 

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